sábado, 10 de outubro de 2026

Anitta - A nova diva brasileira!!!

 




 Manifestação da mulher brasileira.

Bate tambor... bate palmas para uma mulher forte e fiel ao que acredita.

Sim, estou ouvindo Anitta, longe daquele funk perigoso e violento contra a mulher.

Ela representa a mulher em número, gênero e grau.

Quando a energia sobe, a vibração de suas músicas faz o coração pulsar por todas nós mulheres.

A religiosidade transbordando na sua música.

Equilibrium l e ll conquistou a minha playlist, e ouço para lembrar quem eu sou.

A Africanidade a energia dos povos originários, é um universo de riquezas.

A minha magia natural e psíquica foi representada nas músicas que se agregou na minha musicalidade.

O que me trás essa energia de vitalidade em Anitta?

A correspondência , a empatia e a carga de feminilidade nas letras, na sua composição, lembrando que o toque de tambor é altamente energético.

Ela passeia pela generosidade feminina, me faz lembrar Elza Soares, Clara Nunes, nossa Portuguesa abrasileirada Carmem Miranda, a brasilidade de Anitta nos contamina com sua energia , então Dale Anitta e viva todas as muitas mulheres que nos constroem.

Toque tambor.

Trate a beleza com leveza.

A vida de todas nós cria laços, e nos liberta, então, curta a beleza da música brasileira!!!

A lista perigosa de mulheres antifeministas no cenário político.




 Eleger uma mulher antifeminista é uma ação desonesta.

É uma traição contra todas as outras mulheres.

A soronidade é um ato de amor.

Mulheres antifeministas tiveram mais de seis milhões de votos no Brasil, mulheres que são contra os direitos femininos, direitos que foram conquistados, não foram condecorações, foram atos de lutas que conquistamos as políticas públicas, foram as mulheres que trabalham sol a sol para conquistarem seus direitos às escolas, à educação pública, foram mulheres que conseguiram ter o direito de sermos nós mesmas.

Não usamos burcas, temos o direito de estudar, temos o direito a trabalhar, entre outras conquistas, que as minhas avós, as minhas bisavós e as suas também não tiveram antes, são essas conquistas que nos motivam a crescer, e a eleição de mulheres antifeministas estão usufruindo desses mesmos direitos que elas abominam.

Mulheres que falam que não existe feminicídio, que não levam em consideração as estatísticas, que não entende o valor da mulher, que não se provocam estudar sobre a história feminina, que não compreende a origem da violência na humanidade, não merece minha atenção, mas merece minha apreensão .

  • Feminicídios: De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil registrou 848 vítimas de feminicídio entre janeiro e julho de 2026, uma pequena queda de 3,2% em relação ao mesmo período de 2025 (quando houve 876 casos). No acumulado de 2025, o país contabilizou 1.568 feminicídios (+4,7%). [1, 2]
  • Prevalência e Subnotificação: A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher (Instituto DataSenado) aponta que apenas 4% das brasileiras declararam espontaneamente ter sofrido violência doméstica nos últimos 12 meses (cerca de 3,7 milhões de mulheres). No entanto, quando questionadas sobre situações específicas de violência sem usar o termo "violência", 33% relataram ter vivido agressões, o que equivale a quase 29 milhões de brasileiras. [1, 2, 3, 4]
  • Perfil das Vítimas e Agressores: Cerca de 62% a 80% dos crimes são cometidos por parceiros ou ex-parceiros íntimos, e a maioria das vítimas é composta por mulheres negras (cerca de 62,6%

Ana Elisa, a recém deputada federal do Minas Gerais, uma jovem negra, mineira, extremamente inteligente ganhou carisma de todas nós mulheres, pessoas que realmente se preocupam com o bem fazer.

Esta deputada está sofrendo ameaças de morte porque ganhou as eleições e luta por nossos direitos, estamos sempre nos juntando, nos amontoando ao lado de pessoas que nos percebem, essas mulheres merecem nossa atenção porque todas nós vivemos sob o mesmo tipo de violência, independente de onde vivemos, somos mulheres.

Temos direitos porque estamos geograficamente bem, ainda temos os nossos direitos preservados e que luta por nós.


O que nós acreditamos que seja impossível, pode acontecer, a pergunta que faço é : Como mulheres votam em mulheres que abominam os direitos femininos, sendo elas mesmas beneficiadas?

O que entender de mulheres que desconhecem a própria história do feminino?

Sinceramente, me falta palavras para defender essas mulheres, porque eu não consigo defender o que me oprime,  mas se algum momento essas mulheres nos tirarem os nossos direitos, foram os votos que as levaram aonde se encontram, o que nos resta? 

Nos mobilizarmos no nosso dia-a-dia , nos expressarmos, nos posicionarmos e nos mantermos firmes , principalmente nos amarmos, termos a autoestima , buscarmos autoconhecimento, estudarmos e nos mantermos unidas.

Essas mulheres antifeministas são perigosas no cenário político, e estamos preparadas para lutarmos por todas nós!!!

  • Bia Kicis (PL-DF): Eleita senadora pelo Distrito Federal em 2026, conhecida por forte atuação contra a "ideologia de gênero", pautas feministas e projetos voltados aos costumes conservadores. [1, 2, 3]
  • Michelle Bolsonaro (PL-DF): Eleita senadora pelo Distrito Federal em 2026, uma das principais lideranças femininas da direita no país com discurso focado na família tradicional e valores cristãos. [1, 2, 3]
  • Carol de Toni (PL-SC): Eleita senadora por Santa Catarina em 2026, autodeclarada antifeminista e atuante em pautas de oposição a cotas femininas e agendas de gênero. [1, 2, 3]
  • Júlia Zanatta (PL-SC): Reeleita deputada federal por Santa Catarina com votação histórica em 2026, que publicamente se define como antifeminista e defensora de pautas conservadoras. [1, 2, 3]
  • Eduarda Campopiano (PL-SP): Eleita deputada estadual em São Paulo como a candidata mais votada do pleito de 2026 na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), autointitulada antifeminista e conservadora. [1, 2]
  • Ana Campagnolo (PL-SC): Reeleita para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, conhecida por forte militância e publicações contra o movimento feminista.   Essas mulheres que comungam ideias fascistas e nazistas são mulheres...

Escrever é um ato revolucionário !!!

 




 Quando abrimos nosso coração, o que encontramos dentro dele?

Me pergunto muitas vezes o que escondo dentro de mim , o que ninguém percebe dentro de mim?

Todos nós temos pensamentos íntimos, divergências que carregamos dentro de nós, e são essas construções mentais que nos trazem para a vida, pequenas questões que nos mantém firmes em nossas afirmações.

Sim, estar politicamente engajada me deixa próxima ao que acredito.

São as nossas ideias que nos colocam nas bolhas sociais, talvez eu esteja sendo persistente nas minhas opiniões, mas pensando bem...

Não é porque eu não estudei numa universidade federal que eu não vou lutar por elas, não é porque eu não recebo bolsa família que não vou lutar por ela, não é porque eu tenho plano de saúde que eu não vou lutar pelo SUS, ou pela farmácia popular e outras tantas políticas públicas, eu sou humana, sou mãe e sou lutadora todos os dias, é por todos nós que nos envolvemos em trabalhos como voluntária.

Escrevo desde que me conheço alfabetizada, e estou aqui para falar sobre as mulheres da minha vida.

Minha avó paterna era negra, nordestina, pobre , meu avó morreu soterrado na empresa onde trabalhava, a CBMM, onde meu pai trabalhou e se aposentou, a minha avó materna tinha dez filhos, a minha mãe é a filha caçula, quando ela morreu , eu era bem pequena, foi minha mãe que a ensinou a ler e escrever, hoje é minha mentora espiritual, e me orgulho muito delas.

Quando eu passei por meus problemas mais sérios, eu escrevi, eu falei , eu me expressei mas quase ninguém acreditou, eu precisei escrever um livro infantil sobre violência infantil para exemplificar a situações de muitas mulheres que passam por uma violência, esta que acontece em nossos lares, em nossas escolas, em nossos trabalhos, a vida nos mostra através da história dos outros temas dos quais desconhecemos intimamente.

A democracia é um bem do qual nos dá liberdade de pensar , refletir e agir em a nossa sociedade e podemos escolher os nossos representantes, mas estamos passando por um perigo de perdermos esse bem, é através da eleição presidencial que vamos dar rumo ao Brasil e pasmem, o cenário não é bom, já que o candidato Flavio Bolsonaro já se mostra antidemocrático, entre outros eleitos que já demostraram serem nazistas, sendo eles racistas, homofóbicos, machistas, mulheres antifeministas, mas o que me preocupa é o número considerável de pessoas que pensam como eles, o que posso declarar, é que lutar pelas ações sociais, é uma questão de sobrevivência.

Quando um ato antidemocrático existe, são os escritores, artistas, mulheres, crianças, idosos os primeiros a serem calados e torturados pelo silenciar, mas não é um silêncio provido do pensamento , é um silêncio para o não pensar, o não falar e o não se expressar.

Escrever é um ato revolucionário, já não basta vivenciar os horrores , é preciso eternizar pelas nossas escritas.

Ser otimista dentro desse cenário político é abalado, mas às vezes é preciso sofrer para perceber a importância do amor e do cuidado uns com os outros, mas será que o Brasil ainda não aprendeu com a própria história?

Pelo que percebemos não, é preciso vivenciar a tempestade para valorizar os dias de sol, e se assim for, que aceitemos as leis divinas para que o bem retorne aos nossos pensamentos.

Hoje já não é ignorância, é uma questão de moral, são racistas não declarados, homofóbicos , machistas que se escondem atrás de políticos com suas ideias semelhantes, logo, o Brasil está num período sombrio, então, eu escrevo, eu luto pela liberdade de escrever, e assim será sempre.


Um dia de fada, é um livro infantil sobre violência, e não estamos vivendo o aumento de feminicídio à toa, é a estrutura violenta que aflora a cada palavra de alguém que acredita que o ato violento é um direito de ser, mas não é assim que se vive o amor não é?



Trabalho numa escola pública, as crianças replicam a violência vindas e aprendida em seus lares, e não vou esconder a minha revolta em normalizar esse ato violento.

Eu vejo o racismo aprendido, a homofobia crescente, o machismo crescente e isso não é fácil, porque cresce a violência e tende a perpetuar, porque as futuras gerações já estão vivendo essa violência.

Um exemplo vivido essa semana : Uma criança de três anos, chegou chorando na sala de aula, o pai agiu com violência contra sua mãe, ela sentiu na pele a violência doméstica, e o que sentir depois disso, além de uma revolta que não consigo processar dentro de mim, o que me resta na educação, senão incentivar essa criança, menina, negra a se amar, a se respeitar e aceitar os outros como são ?

Diante das dificuldades agimos conforme os nossos pensamentos, emoções e sensações que nos revelam, a nossa atitude diária diante de uma situação estão em concordância com o que pensamos e agimos de acordo com as nossas possibilidades, ou agimos com piedade ou agimos com crueldade e pergunto a você? Como age diante de um ato de violência?

Por isso sempre escreverei sobre a violência e escrever é um ato revolucionário, educar é um ato revolucionário, ler é uma ato revolucionário e me expressar é um ato revolucionário, a omissão, estar ensina do muro sempre te coloca do lado do opressor, porque o silêncio nesse momento, é um aval para seu ato violento. 

Enquanto pudermos usar a nossa voz para celebrar o bem, usaremos, enquanto puder pensar livremente, me expressar, vou estar sempre do lado esquerdo, aonde vive e pulsa meus coração.

O medo do futuro... Mapa político depois das eleições no Brasil... O que virá???


 


Não há como modificar o passado, nós nos visitamos nele todas as vezes que as memórias nos cercam.

Escrevemos histórias tão lindas em nossas vidas, elas se perdem pelo caminho e voltamos nelas para sentir as gotas suaves da saudade.

Nem sempre as nossas memórias nos levam a lugares confortáveis e nos posicionamos da melhor maneira, mas somos assim, humanos.

Vivemos tempos difíceis mas nos encontramos num tempo também devastado por falta de esperança, deixamos que o tempo nos sirva de lições, que possamos nos projetar no futuro para que o agora seja melhor para o amanhã.

Creio que os dias tenebrosos virão, depois das eleições no Brasil, as coisas tendem a nos deixar apreensivos, afinal, o mapa da política nos deixa de fato com as nossas pernas presas à um passado onde a ditadura nos mantiveram presos , voltando uma fase assombrada em uma nação que agora tendem a pensamentos nazistas e fascistas, peço que todos nos tornam sensíveis aos outros, esses mais vulneráveis dos quais trabalhamos para que se tornem mais libertos , mas vejo que o mundo está nos assustando, mas acredito que nada é ao acaso , que há uma luz que nos fazem caminhar e evoluir para algum lugar melhor, mas se for preciso nos tornarmos unidos por amor e pelo poder de buscar a liberdade e a força interior de cada um  na construção de um mundo melhor, que assim seja.

O Brasil nos mostrou a sua falta de memória, a composição de um Brasil ainda voltado ao egoísmo e a ideias que separam de forma assombrosa todos nós.

Nos voltemos às nossas memórias, a escravidão que vivemos por 350 anos, as coisas que não tínhamos e que agora nos está sendo ameaçado, embora a fé me mova para frente , temo não só por mim , mas por todos nós, no atual mapa da política brasileira que foi definido através das eleições, a luta por nossos direitos está sendo a nossa maior luta, em todos os sentidos, alguns parlamentares nazistas no poder, pessoas com pensamentos retrógrados nos afasta da nossa liberdade e dos nossos direitos, mas tenhamos fé, às vezes as trevas nos tira a visão de futuro, mas embora isso aconteça, vamos continuar lutando, há ainda muita força de vontade.

As políticas públicas estão correndo riscos, e não é especulação, é uma verdade que não precisa ser muito inteligente para perceber, basta algumas aulas de história e uma dose diminuta de memória, e de puro bom senso, o que vemos agora é o total desprezo pelos mais vulneráveis.

Vivemos a escravidão, o apagamento da cultura e agora estamos revivendo e revisitando tudo isso, a não é uma visão otimista, é uma busca por conhecimento que nos leva a pensar que estamos prestes a perdermos muitas ações que foram conquistados com muita luta, mas tenhamos a força e a fé de que vamos passar por tormentas mas que vamos superar tudo isso, que será preciso aprendermos através da dor, eu não tenho dúvidas disso.

Talvez a vida nos leve para lugares estranhos, mas o ser humano se adapta , mas o que se deve fazer quando valores morais não se desenvolvem?
Não há fermento moral num ambiente onde a corrosão é algo interno e se desenvolve no seio familiar, se apropria das escolas e no trabalho, o que estamos vivendo é o desmascarar de nossas cascas sociais e no fim, quem sobre será oprimido e obrigado a viver num lugar onde excluir é uma atitude confortável para quem está inserido nessa bolha imoral, porque na se normalizou.
Nós sentimos desconfortáveis ou estamos dentro desse ambiente "normal"?
A escravidão foi normalizada, o submissão feminina, a homofobia, tudo ficou tão nítido na sociedade, que naturalizou a imoralidade, digo, sem dúvidas, a imoralidade no contexto de desumanização, de excluir o vulnerável e o tratar como um objeto e não um problema que deve ser tratado para uma ação humana, na valorização do ser humano , no ser como ser e não somente um ser econômico, que vive para se socializar sem a preocupação social da qual todos devem ser inseridos.
A humanidade nunca se humanizou? Ele simplesmente existe pelo número de pessoas, mas a palavra que se destaca porque não soubemos nos nomear adequadamente, nos diferenciamos dos demais animais justamente porque conseguimos ter consciência humana, mas não significa que estamos evoluindo moralmente, nos acostumamos em sermos coniventes com a barbárie, deixamos que essa violência se integre a todos nós, e quando nos descobrimos como seres que podemos nos humanizar, cuidar uns dos outros, passamos a trabalhar às questões sociais com humanidade, com um propósito humano, de paz.
Na política existem as leis que operam de acordo com a nossa moral, a nossa ânsia de justiça existe de acordo com nossos interesses, então, quando um governante é imoral retratando a sua conduta sendo racista, homofóbica , misoginia e entre outras questões que se enquadram a total falta de empatia, que se sujeita aos EUA, imperialista, que não se importa com a educação, saúde , com a fome de seus cidadãos, nos cabelos repensar na imagem que fazemos dele, e se o aplaudidos é que definitivamente nos assemelhamos a ele, há um simpatia com suas ideias.
No Brasil a maioria dos votos no primeiro turno elegeria Flávio Bolsonaro com todos os seus planos contra o povo brasileiro, ainda sim teve um número considerado de votos, o que deixa claro a semelhança com seus eleitores, agora, não é falta de informação, é falta de humanidade mesmo.
No cenário político que desenhamos nas eleições deste ano, trás uma linha de ideologia que domina a exclusão dos mais vulneráveis, há uma ideia nazista preocupante e que nos deixam tenebrosos , se caso esse terror venha a se concretizar, muitas pessoas, a grande maioria, vão sofrer de forma cruel.
O que estamos esperando de um candidato com suas ações comprovadas como um alguém completamente a par com ações sociais, provas contundentes contra ele , mas cada um que vive de acordo com suas ideias.