A vida é uma eternidade, e nós estamos vivendo uma experiência na materialidade, embora pareça uma verdade fácil de entender, quando estamos dentro de uma bolha, não conseguimos ver o todo da mesma forma, porque somos seres únicos, em suas experiências únicas, portanto, a empatia é um atributo do qual nos fazem sentir seguros e autênticos.
Vivemos duas polaridades, duas partes que se confrontam dentro de nós.
O bem e o mau estão em constante atrito e como sabemos que estamos fazendo o bem?
Quando colocamos em prática um ensinamento divino, amar...
Ninguém ama o contrário de si, se ama o que estamos disponíveis a vivenciar.
Aprendemos que vida é cheia de obstáculos, que a cada passo aprendemos uma lição, e o amor nos agiganta com suas formas, algumas pessoas apenas amam o conveniente, outras não colocam obstáculos e outras têm dificuldades de encontrar o amor dentro de si, embora todos os seres experimentam, o amor é só uma parte que vai aumentando a medida que o compreendemos.
Entre o amor e o ódio está a escolha, ou escolhemos vivermos a dor de odiar ou a dor de amar, mas por que sentir dor ao amar? Porque nem sempre compreendemos as razões do por quê sofremos e atribuímos as dores de não sermos correspondidos ao amor, mas na verdade, as dores do amor seja a constante contradição que encontramos dentro de nós, e o amor será sempre o que nos transforma, e a mudança nem sempre é fácil, ninguém passa por uma mudança sem metamorfoses.
As mudanças existem para que possamos experimentar a vida, para que todos nós possamos perceber a nossa vida interior e não o que está apenas nos cinco sentidos que vivemos na materialidade.
Podemos transpor inúmeros muros que nos impedem de atravessar as nossas questões mais íntimas em busca de respostas, dos quais só no fim de uma vida terrena somos capazes de responder, porque ela parte do que está dentro de nós, é esse habitat que realmente vivemos, nada é mais real do que o que sentimos, afinal, ninguém ainda será capaz de ler os nossos pensamentos ou traduzir as nossas emoções e suas razões de existir, mesmo com todos os gênios da psicologia moderna, conseguem responder as perguntas que fazemos em nosso íntimo, porque por mais que sejam desvendamos parcialmente, ainda sim, a alma humana é um mundo a ser desvendado, não pela espiritualidade mas por nós mesmos.
Há padrões , há formas de tradução , há uma química ainda desconhecida para entender como funciona a comunicação mental de uns para os outros, onde as conexões existem que possam traduzir todas as línguas, e fazermos sentir as mesmas energias e entendermos as diversas línguas sem termos estudarmos nenhuma delas, há sim uma comunicação, mas o ser humano ainda não está pronto para compreender porque ainda está aprendendo a empatia, está aprendendo ainda a amar sem segundas intenções, a ver o mundo como irmandade, há muito ainda para aprendermos.
Haverá um tempo em que as guerras internas serão mais fortes do que a necessidade de armarmos as nossas nações, de conquistar as outras nações por egoísmo e orgulho. As guerras não são necessárias para encontrarmos a paz, elas são frutos de nossas partes orgulhosas dentro de nós, quem cuida de si aprende a cuidar do outro promovendo a paz, sem interesses, apenas o amor, precisamos aprender a atender o outro pela humanidade e humildade, pessoas humildes não maltrata o outro, não ridiculariza o outro por suas diferenças.
O verdadeiro amor nos motiva a cuidar uns dos outros sem recompensas , sem cobranças, porque o amor é paciente e não é vaidoso, persisti na generosidade e na caridade, não faz do outro perdedor e nem se faz necessária a humilhação por erros cometidos por ignorância, ignorância pela próprio sentir ou sentir o outro.
A intolerância é o desconhecer as verdades divinas e sobre as diversidades que existem até mesmo dentro de nós.
A verdade de amar é querer evoluir ao lado do outro sem atrasar o próprio caminho.
Não somos melhores do que os que estão chegando e nem somos piores do que os que já estiveram aqui antes, somos apenas seres aprendendo a amar.

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